<T->
          Viver e Aprender
          Portugus 1
          1a. srie 
          Ensino Fundamental

          Cloder Rivas Martos
          Joana D'Arque G. Aguiar

<F->
Impresso braille em trs
partes, da 14a. edio reformulada, -- 2001, 1a. tiragem -- 2001, 
So Paulo, 2001, da Editora Saraiva
<F+>

          Terceira Parte

          Ministrio da Educao
          Instituto Benjamin Constant
          Av. Pasteur, 350/368 -- Urca
          22290-240 Rio de Janeiro 
          RJ -- Brasil
          Tel.: (0xx21) 3478-4400
           Fax: (0xx21) 3478-4444
          E-mail: ~,ibc@ibc.gov.br~, 
          ~,http:www.ibc.gov.br~,  
          -- 2003 --
<P>

          Editora Saraiva

          Editor:
          Maria Tavares de Lima 
          Batista (Dalva)

          Assistente editorial:
          Cladia Renata G. Costa 

          ISBN 85-02-03483-9

          Editora Saraiva
          Av. Marqus de So 
          Vicente, 1697  
          CEP 01139-904
          Barra Funda -- So Paulo -- SP
          Tel.: PABX (0xx11) 3613-3000
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             Endereo Internet:
 ~,http:www.editorasaraiva.~
  com.br~,
 E-mail: ~,atendprof.didatico@~
  editorasaraiva.com.br~,
<P>
                               I
Sumrio

Terceira Parte

Unidade 8

Vamos Cuidar da Natureza!

A lenda da Iara, adaptao
  do folclore brasileiro :::: 203
Estudo do texto :::::::::::: 205
Um pouco de gramtica: 
  s (som de s) :::::::::::: 207
Vamos produzir (dilogo
  entre Jaraguari e
  a Iara) ::::::::::::::::: 211
Dilogo entre textos:
  A Iara e a poluio das
  guas, Samuel Murgel
  Branco ::::::::::::::::::: 211
Um pouco de gramtica:
  singular e plural ::::::::: 218
Vamos produzir (montagem
  de painel com fotos) ::::: 221
<P>
Dilogo entre textos:
  Jacar causa congestio-
  namento e tumulto na
  Marginal Tiet :::::::::: 222
Um pouco de gramtica: 
  plural (es/ens/
  /ons) ::::::::::::::::::: 225
Vamos produzir
  (notcia) ::::::::::::::: 227

Unidade 9

Somos Iguais e Diferentes

O patinho feio, adapta-
  o de Lel
  Samiranda :::::::::::::::: 229
Estudo do texto :::::::::::: 235
Um pouco de gramtica:
  adjetivo :::::::::::::::::: 238
Vamos produzir (histria
  em quadrinhos: O patinho
  feio) :::::::::::::::::::: 241
Dilogo entre textos: Um
  s corpo :::::::::::::::::: 241
Um pouco de gramtica:
  diminutivo e aumenta-
  tivo :::::::::::::::::::::: 246
                            III
Inho, no!, Tatiana
  Belinky :::::::::::::::::: 248
Estudo do texto :::::::::::: 250
Vamos produzir (produo
  a partir de fotos) ::::::: 251
Dilogo entre textos: 
  Higiene corporal ::::::::: 253
Um pouco de gramtica: 
  nh :::::::::::::::::::::::: 258
Vamos produzir (descrio
  de como tomar banho) ::::: 260

Unidade 10

O Natal Est Chegando!

Caminhozinho de lata
  (HQ do Casco), Mau-
  ricio de Sousa ::::::::::: 263
Estudo do texto :::::::::::: 274
Um pouco de gramtica: 
  z ::::::::::::::::::::::::: 276
Vamos produzir (carta para
  o Papai Noel) :::::::::: 278
<P>
Dilogo entre textos: 
  Natal com lua cheia,
  chuva mida e cheiro 
  de jasmim, Snia
  Robatto :::::::::::::::::: 278
Um pouco de gramtica: 
  s (som de z) :::::::::::: 288
Vamos produzir 
  (bilhete) ::::::::::::::: 291
Dilogo entre textos: 
  cartes de Natal ::::::::: 292
Um pouco de gramtica:
  ch sons do x :::::::::::::: 296
Vamos produzir (carto de
  Natal) :::::::::::::::::: 300
<F+>
<153>
<T L. P. v. apren. 1>
<T+203>
Unidade 8

Vamos Cuidar da Natureza

Conte a Seus Colegas

<R+>
 Em lugares como esses o que voc acha que acontece com os peixes?
 No lugar onde voc mora existem rvores, plantas?
 Como as pessoas tratam das rvores?
 Os rios so limpos em sua cidade?
 Como as pessoas usam os rios?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<154>
  Voc conhece alguma lenda?

A Lenda da Iara

  Jaraguari era um ndio da tribo dos Manaus. Era forte, corajoso e alegre como um pssaro. Na tribo era amado e respeitado, pois tratava todos com carinho e respeito.
  Um dia, a me de Jaraguari notou que o filho estava ficando diferente. Ele subia o rio Negro na sua igara e s voltava para a oca altas horas da noite, triste e solitrio. A me o procurou aflita:
  -- Por que voltas da pescaria to tarde da noite? Cuidado com os perigos da floresta, meu filho...
  Jaraguari respondeu:
  -- Me, eu vi uma jovem de extraordinria formosura nadando entre as flores do igarap. Tem cabelos cor de ouro e seu canto  mais belo que o do uirapuru...
<155>
  A me gritou apavorada:
  -- A Iara! Foste encantado pela Iara. Se no fugires dela, sers levado para o fundo das guas!
  Mas Jaraguari no ouviu os conselhos da me. Dias depois, a canoa em que ele saa para pescar apareceu vazia, boiando nas guas do rio Negro. Nunca mais os Manaus tiveram notcias dele. Desde ento, os ndios passaram a no pescar mais  noite. Dizem que, nessa hora, a Iara passeia pelos rios e igaraps entoando o seu canto feiticeiro.

(Adaptao do folclore
  brasileiro.)

Estudo do texto

<R+>
 1. Como era Jaraguari?
 2. O que voc acha que Jaraguari fazia para ser amado e respeitado por todos?
 3. Segundo a sua me, Jaraguari estava ficando diferente. O que ela notou no indiozinho para pensar dessa forma?

<156>
 4. Observe o trecho:
<R->

  "(...) Ele subia o rio Negro na sua igara e s voltava para a oca altas horas da noite, triste e solitrio. (...)"

<R+>
 a) De acordo com o que voc acabou de ler, o que pode ser *igara*?
 b) E o que pode ser *oca*?

 5. Observe:
<R->

  "-- Me, eu vi uma jovem de extraordinria formosura nadando entre as flores do igarap. Tem cabelos cor de ouro e seu canto  mais belo que o do uirapuru..."

<R+>
 a) O que voc acha que significa a expresso *jovem de extraordinria formosura*? 
 b) Quais foram as palavras do trecho que fizeram voc chegar  resposta?

 6. Releia o trecho:
<R->

  "-- A Iara! Foste encantado pela Iara. Se no fugires dela, sers levado para o fundo das guas!"
<R+>
 a) Qual o significado do travesso e dos pontos de exclamao desse trecho?
 b) Pela reao da me, o que  possvel concluir?

 7. O que voc acha que aconteceu ao indiozinho?
<157>
 8. O que voc faria no lugar de Jaraguari?
 9. Voc acha que essa histria poderia acontecer em uma cidade grande? Por qu?
<R->

Um pouco de gramtica

<R+>
 1. Procure palavras com a letra *s* (som de *s*) no caa-palavras:
<R->

<F->
u s p  s s e g o r
r c o n s e l h o s
s p a s s e i o s u
o t s a p a t o t c
u v n b o p q m l o
x p r o f e s s o r
s a l a d a z a b j
<F+>

<R+>
 a) Escreva as palavras encontradas.
 b) Observe-as e descubra trs formas diferentes de utilizar a letra *s*. Distribua as palavras em trs grupos. Ns comeamos, voc continua.
 grupo 1: ensaio, '''''
 grupo 2: passeio, '''''
 grupo 3: suco, '''''

<158>
 2. Procure em jornais e revistas palavras com *s* (som de *s*) e cole-as aqui.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

 3. Separe as palavras que voc colou acima em trs grupos:
 grupo 1: *s* inicial
 grupo 2: *ss*
 grupo 3: *s* (som de *s*)

 4. Voc achou alguma palavra que se inicie com *ss*? O que d para concluir ento?
 5. Quais so as letras que aparecem antes e depois dos *ss*?

<159>
 6. Separe as slabas das palavras abaixo:
 amassadinho 
 sapeca
 pessoal
 promessa
 sorveteiro
 sossegado 
 ensolarado
 atravessada
 cansada
 massagem
 passarinho
 passageiro

 7. Escreva as frases trocando os desenhos por palavras:
 a) O ''''' bicou o ''''' na rvore.
 b) O ''''' est dentro do '''''
 c) A ''''' est encostada 
  no '''''
<P>
 d) O cachorro escondeu o ''''' na '''''

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

 8. Forme outras palavras usando o *s* entre as slabas, conforme o exemplo:

<F->
!::::::::::::::::::::
l  pecar -- pescar   _
h::::::::::::::::::::j
<F+>

 a) picar 
 b) gata 
 c) gota 
 d) reta 
 e) pata 
 f) capa 
 g) pote 
 h) pato 

<160>
 9. Divida em slabas as palavras formadas no exerccio anterior.
<R->
<P>
Vamos produzir

  Imagine que Jaraguari ficou alguns minutos conversando com a Iara antes de desaparecer. Sobre o que voc acha que eles conversaram?
  Escreva esse dilogo entre os dois. No se esquea de usar a pontuao adequada para esse tipo de texto.

Dilogo entre textos

<R+>
 Voc conhece alguma histria diferente da Iara?
<R->

A Iara e a Poluio das guas
 
Aprendendo com a natureza

  Os ndios costumam dizer que l no fundo dos rios vive uma moa muito bonita, com longos cabelos negros, meio azulados, que se chama Iara. Ela  a rainha das guas, assim como o Curupira  o rei das matas. O Curupira protege os pssaros e os outros animais da floresta, a Iara protege os peixes, as tartarugas, as liblulas e os outros bichinhos que vivem na gua.
   tardinha, quando o Sol comea a baixar no horizonte, a Iara costuma vir at a superfcie da gua. Ela senta-se sobre uma grande folha de vitria-rgia para pentear os longos cabelos com um pente feito de madreprola, olhando sua imagem refletida nas
<161>
guas. Seu canto suave encanta as pessoas e faz os peixinhos danarem alegres, saltitantes sobre a gua do rio. Nessa hora, antes de se recolher a seus ninhos, nas grandes rvores que cercam o rio, muitos pssaros cantam, acompanhando a Iara, formando um coro harmonioso que alegra o anoitecer.
  Numa dessas tardes, o Curupira vinha passeando pelo bosque, com seus pezinhos tortos, montado em seu porco-do-mato, quando ouviu um espirro forte, que vinha do rio. Parou para escutar melhor, fazendo concha com a mo em torno da orelha, e ouviu de novo:
  -- Aaatchimmmmm!
  Algum devia estar, mesmo, muito resfriado para espirrar com tanta fora! Na certa era o tamandu, com aquele seu nariz comprido, e que anda sempre embrulhado num casaco grosso de l, mesmo no vero. 
  O Curupira, muito curioso e sempre preocupado com a sade dos bichinhos da mata, aproximou-se da beira do rio para ver quem estava assim to resfriado. Teve uma enorme surpresa: pois no  que os espirros vinham justamente da Iara, to acostumada a viver dentro d'gua? Em vez de cantar, ela espirrava e, o que era mais triste, os peixinhos que a rodeavam, em vez de danar, soluavam o tempo todo!
  Ao ver o amiguinho, a Iara explicou, queixosa: 
  -- No sei o que me aconteceu, Curupira! No estou conseguindo respirar direito dentro do rio, como estou acostumada. H alguma coisa na gua que est me provocando espirros e soluos. Veja os coitados dos peixinhos: esto todos ficando muito doentes!
<162>
  O Curupira fungou um pouco e disse:
  -- ... h um cheiro meio estranho por aqui... vai ver que esse rio est ficando poludo! 
  A Iara arregalou os olhos e foi logo perguntando, curiosa: 
  -- Poludo? Que quer dizer isso? Eu nunca ouvi essa palavra!
  -- Poludo quer dizer sujo -- explicou o Curupira.
  -- Sujo? No pode ser. O meu rio no  sujo. Ele s fica um pouco turvo quando chove, porque a chuva traz um pouco de terra dos barrancos. Mas isso no faz mal nem a mim nem aos peixinhos.
  O Curupira explicou: 
  -- No  disso que estou falando. A poluio  causada por coisa podre... ou ento por venenos.
  -- Coisa podre? Venenos? Do que  que voc est falando? -- perguntou a Iara, assustada. -- Eu acho que voc s quer me fazer medo!
  O Curupira ficou um pouco triste e preocupado:
  -- No, Iara, eu no estou querendo assustar voc. Infelizmente no estou brincando. Acho, mesmo, que algum est jogando coisas que apodrecem no rio: esgoto, lixo e coisas assim... Sem contar os venenos que so jogados pelas fbricas!
  -- Mas quem iria fazer uma malvadeza dessas? Os nossos amiguinhos ndios sempre fizeram suas casas perto do rio, mas no jogavam lixo nele. 
<163>
  --  que os ndios no constroem cidades! Nem fbricas! So elas que acabam poluindo os rios.
  -- Cidades? Fbricas?! -- exclamou a Iara, muito espantada. -- Eu nunca pensei, que existisse isso por aqui!
  -- Elas brotam em toda parte e sempre na beira dos rios -- explicou o Curupira.
  A Iara mostrou-se um pouco preocupada:
  -- Ser que alguma delas brotou por aqui?
  --  bem possvel -- respondeu o Curupira. -- Um lugar como este, com um rio to bonito,  sempre procurado pelos homens quando querem construir suas cidades. Chegam, derrubam toda a mata, afugentam os animaizinhos e logo constroem casas, prdios e fbricas. Em pouco tempo, em vez de rvores, s vemos chamins; e o rio, que era limpo, logo vira esgoto e depsito de sujeira.
  -- A Iara j estava com lgrimas nos olhos:
  -- Mas... ser que no tem jeito de construir cidade sem destruir tudo o que a natureza demorou tanto para fazer? O Curupira sorriu:
  -- Tem, sim. Existem cidades que no poluem. Mas, infelizmente parece que h pessoas que gostam de viver na sujeira!
  (...)
  _`[{legenda_`]: Se voc gostou deste trecho da histria, leia o livro A Iara e a poluio das guas, de Samuel Murgel Branco.

<R+>
(Samuel Murgel Branco. *A Iara e a poluio das guas*. So Paulo, Moderna, 1995.)
<R->

<164>
<R+>
 1. Esse texto chama nossa ateno para um problema atual. Qual  ele?

 2. Observe quais so as semelhanas entre os dois textos quanto:
 s personagens: '''''
 ao lugar: '''''

 3. Agora, observe quais so as diferenas quanto:
  Iara: '''''
 s outras personagens: '''''
 ao lugar: '''''

 4. Por que a Iara  considerada rainha das guas?
 5. E o Curupira  considerado rei do qu? Por qu?
<165>
 6. Por que o Curupira ficou espantado quando viu que os espirros eram da Iara? 
 7. O que provocou os espirros na Iara e os soluos nos peixes? Por qu?
 8. Como se sentiram a Iara e o Curupira quando souberam o que estava acontecendo com o rio?
 9. Procure um sinnimo para a palavra *poludo* no prprio texto.
 10. O que polui um rio?
 11. A Iara sabia o que era poluio? Como voc descobriu?
 12. O que voc acha que aconteceu no restante da histria?
<R->

<166>
Um pouco de gramtica

  Observe as frases:
<R+>
 a) O ndio pescou um peixe.
 b) Os ndios pescaram dois peixes.
<P>
 1. O que voc observou de diferente nas frases *a* e *b*?
 2. Qual delas indica *singular* (quando h apenas um elemento) e qual delas indica *plural* (quando h mais de um elemento)?
 
 3. Qual letra foi usada para indicar o plural dos substantivos?

 4. Observe e faa como no exemplo:
 *O pssaro* cantou. 
 *Os pssaros* cantaram.
 *O jacar* fugiu. '''''
<167>
 *A planta* ficou murcha. '''''
 *O menino* subiu na *rvo-
  re*. '''''

 5. Quando voc passou todos os substantivos para o plural, o que aconteceu com as outras palavras?

 6. Preencha a cruzadinha com o plural das palavras do quadro. Observe que algumas palavras possuem plural diferente:
<R->

<F->
!::::::::::::::::::::::::::::::
l  par -- luz -- avestruz --   _
l  dor -- gs -- flor          _
h::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

<F->
        
        
  
        
       
       
<F+>

<R+>
 7. Como foi feito o plural das palavras da cruzadinha?
 8. Crie uma frase com uma palavra da cruzadinha.

<168>
 9. Procure no caa-palavras o plural das palavras abaixo:
 a) pastel
 b) animal
 c) farol
 d) anzol
 e) lenol
 f) anel
 g) caracol

<F->
p a s t  i s a z l
a n i m a i s n b e
j z l t f g p  c n
m  s f a r  i s 
n i r v h n m s d 
p s q x i j l q s i
c a r a c  i s r s
<F+>

 a) Escreva as palavras no plural.
 b) Como foi feito o plural dessas palavras?
 c) Crie uma frase com uma dessas palavras.
<R->

Vamos produzir

  Procure em casa vrias fotos ou ilustraes de lugares poludos e de lugares no poludos.
  O que voc sentiu ao ver as diferentes imagens?
  Forme um grupo e anotem idias para deixar os lugares menos poludos.
  Em uma cartolina, montem um painel com as idias e as fotos.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

Dilogo entre textos

<R+>
 Voc j leu jornal?
 Voc acha que qualquer acontecimento pode sair em um jornal?
<R->

<169>
Jacar causa congestionamento e
  tumulto na marginal Tiet

  Um jacar medindo cerca de um metro e meio foi visto ontem  tarde no rio Tiet no trecho entre as pontes da Vila Maria e Vila Guilherme. O jacar foi visto quando saa da gua para um rpido passeio pela margem. O trnsito de veculos nas duas vias da Marginal ficou lento por vrias horas, pois os motoristas queriam ver o jacar. 
  O ajudante de caminho Jlio Bernardo de Freitas foi o primeiro a ver o animal, na segunda-feira. Ele tentou capturar o "bicho", mas caiu na gua e o animal escapou. A Polcia Florestal foi informada da presena do jacar no rio e mandou uma equipe ao local, comandada pelo tenente Rogrio. Os policiais passaram a tarde toda na margem do rio e chegaram a ver o jacar, mas no conseguiram captur-lo. Um passante tentou pegar o animal, sem sucesso. A operao se encerrou s 17 horas, sem conseguir capturar o jacar. Os policiais pretendem reiniciar o resgate hoje cedo. Entretanto, ningum acredita que o jacar seja encontrado vivo.

<R+>
(*Folha da Tarde*. 15 ago. 1990.)
<R->

<R+>
 1. Voc encontrou alguma palavra que no conhece? Escreva-a a seguir.

 2. Complete o quadro _`[{do livro em tinta_`] com as informaes do texto.
 Manchete: '''''
 O que aconteceu: '''''
 Quem estava envolvido: '''''
 Onde aconteceu: ''''' 
 Quando aconteceu: '''''

 3. Em que jornal saiu a notcia?
<170>
 4. Por que voc acha que essa histria virou notcia de jornal?
 5. Por que, segundo o autor do texto, ningum acreditava que conseguiram encontrar o jacar vivo?
 6. Observe o texto "Jacar causa congestionamento e tumulto na Marginal Tiet" e responda:
 a) H dilogos?
 b) Foram usados pontos de exclamao, interrogao, travesso e reticncias?
 c) Quais so os sinais de pontuao que mais apareceram no texto?
<P>
 d) Por que no h dilogos no texto?
<R->

Um pouco de gramtica

<R+>
 1. Ache o caminho certo para o jacar voltar para a beira de um rio despoludo, longe da cidade grande.
 *Pista*: A terminao das palavras no singular  *o*.

 _`[{palavras que se encontram nos caminhos que o jacar poder percorrer_`]
<R->

  Caminho 1: botes, canes, limes, bales, eleies e mames.
  Caminho 2: pees, espies, ruas, caxias, e carves.
  Caminho 3: meninos, animais, mulheres e mveis.

<171>
<R+>
 a) Passe essas palavras para o singular. 
 b) Crie uma frase com uma dessas palavras no plural.

 2. Preencha a cruzadinha com substantivos no singular. Para encontr-los, responda s questes.
 a) Uma pessoa de pouca idade  chamada uma pessoa. '''''
 b) Lugar onde h vrias flores plantadas; decora a frente das casas.
 c) Alguns so redondinhos, de chocolate por fora e com recheio por dentro.
 d) Masculino de mulher.
 e) Sinnimo de mercearia.
<R-> 

<F->
      b    d
          
          
   e 
          
         c
a     
<F+>

<R+>
 3. Passe as respostas da cruzadinha para o plural.
 4. Como foi feito o plural desses substantivos?
 
 5. Passe as frases para o plural.
 a) O menino comeu o sanduche.
 b) Eu comprei po na padaria.

<172>
 6. Reescreva as frases a seguir, de acordo com os desenhos:
 a) Os ''''' pegaram suas ''''' e saram.
 b) Os ''''' caram.
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

Vamos produzir

  O jacar que foi visto no rio Tiet foi capturado no mesmo dia?
  Em dupla, vocs sero os reprteres da notcia que informar as pessoas sobre a captura do jacar. Imaginem como isso poderia ter acontecido:
<R+>
 onde aconteceu; 
 quando aconteceu;
 quem estava envolvido.
<R->
  No deixem de pensar no ttulo da notcia (manchete).
  Primeiro, vocs devero escrever a notcia contando todos os detalhes do acontecimento. Depois, faam uma apresentao como se fosse um telejornal.  bom ensaiar antes. Ateno a alguns pontos importantes:
<R+>
 altura da voz;
 clareza naquilo que ser relatado;
 pronncia correta das palavras;
 postura do apresentador.
<R->
  Para a apresentao, podem trazer roupas especiais tambm. 

Sugestes de leitura
 
  1. *Pedro Pica-Pau*, Jos de Nicola, Moderna.
  2. *Bicho que te quero livre*, Elias Jos, Moderna.
  3. *As latinhas tambm amam*, Julieta de Godoy Ladeira, 
 Atual.

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo
<173>
<P>
Unidade 9

Somos Iguais e Diferentes

Conte a Seus Colegas

<R+>
 Com quem voc mais se parece fisicamente: com seus pais ou com seus avs?
 Pea para seus pais ou responsveis fotos de quando tinham a sua idade e tambm algumas atuais. Compare-as. H muitas diferenas?
 O que acontece com as pessoas fisicamente com o passar dos anos?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<174>
O Patinho Feio

  Em um certo vero, num campo bonito, l longe, a Pata Me chocava seus ovos, aguardando o nascimento de seus filhinhos.
  E correu tempo daqui, e correu tempo de l, e a me, j impaciente, viu de repente nascerem seus patinhos. To bonitinhos!
  -- Opa! Mas saiu algo errado! -- disse a mame, olhando de um lado, olhando de outro, e observando um dos filhinhos que, em vez de ser amarelinho e belo, era cinzento e desajeitado. 
  -- Coitado! -- pensou.
  A Pata Me decidiu que iria cuidar to bem dele quanto dos outros patinhos, mas eis que desiste da idia vendo a gozao de seus vizinhos.
  O patinho feio, ento, sentindo-se rejeitado, levando bicadas e sendo caoado, fugiu desconsolado para um pntano distante. Por l encontrou alguns marrecos.
  -- Nossa, que pato mais feio! -- comentou um deles.
  Um outro disse o seguinte:
  -- Pode ficar por aqui desde que no queira uma marreca como namorada...
<175>
  O patinho feio sentiu-se mais infeliz ainda, mas foi ficando naquele lugar. Era to triste no ter algum para amar.
  Em determinado dia, aconteceu o inesperado.
  -- Bum-bum! Bum-bum!
  Um caador atirava, implacvel. O patinho, com medo, escondeu-se at terminar aquela baguna detestvel.
  Assim que tudo terminou, depois de uma longa espera escondido, ele partiu. Acabou chegando em um casebre muito pobre. Morava ali, com seu dono, uma galinha.
  -- Mas que bicho mais feio! Que desengonado! -- Comentou a anfitri logo de entrada. 
  -- Ser que cheguei na hora errada? -- perguntou humildemente o patinho.
  -- Se eu fosse voc, tentaria dar um jeito de parecer mais bonito.
  O feio bichinho, ofendido, mais uma vez partiu, em busca de algo que nem ele mesmo sabia o que era.
  -- Tenho de conhecer o mundo! -- decidiu.
  E l se foi o nosso viajante errante...
<176>
  Chegou o outono e, em uma de suas paradas, ele viu cisnes partindo em disparada, buscando lugares mais quentes.
  -- Mas que lindos so eles! -- pensou o patinho, encantado. No sentiu inveja, somente ficou maravilhado.
  E continuou viajando, at que chegou o inverno. Pobre do nosso amigo. Que disparate! Estava to aborrecido! O frio congelou at mesmo o lago em que nadava.
  No fosse um fazendeiro recolh-lo e teria o bichinho virado uma pedra de gelo. 
  -- Venha c, patinho! -- chamaram os filhos do fazendeiro.
  O pato, assustado, pensou que ali tambm seria maltratado. Fugiu correndo. E escorregou no tacho de manteiga.
  -- Venha c, seu levado! -- gritou a dona da casa, levantando a mo.
  E tanto correu o nosso amiguinho que caiu na barraca de farinha.
  -- Agora  que eu te pego, seu fulio.
  -- Ele s est fazendo uma farrinha -- gritaram as crianas, excitadas com a confuso. 
  Foi-se, de novo, em pleno inverno, o patinho feio.
   bom nem comentar as misrias que se sucederam. S tristezas com o nosso companheiro aconteceram.
  Entre arbustos, sozinho, a primavera veio encontrar nosso amigo.
<177>
  Sentindo-se um pouco melhor, o pato bateu asas e voou para longe, j acostumado com o pior.
  E no  que ele encontrou os adorveis cisnes novamente?
  No se aproximou de pronto, no. Mas mesmo com medo de ser escorraado, um dia criou coragem e foi ter com as belas aves.
  -- Olhem s! Mais um irmozinho chegando! -- disse um cisne, apontando para ele. 
  Nosso amigo, sem nada entender, abaixou o rosto, envergonhado. E a foi s ver para crer! Quando olhou para baixo, sofrido, viu seu reflexo no lago e no acreditou. Estava ali um lindo cisne, belo e aprumado!
  Era ele! Quem diria? Quem poderia acreditar?
  -- Que cisne mais lindo! -- comentou uma criana que passava por aquele lugar.
  -- Venha c! -- um dos cisnes ps-se a chamar.
  E pensa o patinho que no era mais pato e muito menos feio:
  -- Que bom ter agora algum para amar!
  Ele concluiu que, s porque no era igual aos outros patos, no devia ter se sentido rejeitado. Se era diferente da maioria, 
<P>
era porque estava fazendo parte do grupo errado.

<R+>
(Conto de Hans Christian
  Andersen. Adaptao de Lel Samiranda, especialmente para este livro.)
<R->

  *Hans Christian Andersen* (1805-1875). Seus contos de fada esto entre as obras mais lidas do mundo. Antes de se tornar escritor famoso, foi ator, cantor e danarino. Entre seus contos esto: *A roupa nova do rei, O isqueiro, Soldadinho de chumbo* e *A menina dos fsforos*.

<178>
Estudo do texto

<R+>
 1. Destaque as palavras desconhecidas do texto e, junto com um colega, tentem descobrir os significados sem consultar o dicionrio.
 2. Em que lugar acontece a histria? Escreva sobre ele.
 3. Pinte, no texto, as palavras que mostram a passagem do tempo at o nascimento dos patinhos.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

 4. Como a pata esperava que nascessem todos os seus filhinhos?

 5. Leia o trecho:
<R->

  -- Opa! Mas saiu algo errado! -- disse a mame, olhando de um lado, olhando de outro, e observando um dos filhinhos que, em vez de ser amarelinho e belo, era cinzento e desajeitado."

<R+>
 a) O que voc acha que a Pata Me sentiu quando viu que um dos patinhos era diferente?
 b) Retire do trecho acima as caractersticas que fizeram a Pata Me estranhar o seu filhote.
<P>
 6. Leia mais este trecho:
<R->

  "A Pata Me decidiu que iria cuidar to bem dele quanto dos outros *patinhos*, mas eis que desiste da idia vendo a gozao de seus *vizinhos*."

<R+>
 a) E agora, o que voc acha que a Pata Me sentiu? Por qu?
<179>
 b) O que voc observou ao ler as palavras em destaque?

 7. H outro trecho em que h rima? Qual?
 8. Quando os filhinhos da pata so mencionados, utilizam-se algumas expresses com a terminao *inho*. Retire do texto trs palavras com essas terminaes.
 9. O que significa a expresso *acostumado com o pior*? Se precisar, releia o texto.
 10. O patinho viu que no era mais pato e muito menos feio e que passou a ser admirado. O que ele descobriu?
 11. Como ele se sentiu? Por qu?
 12. O que voc pensa das pessoas que tratam mal as outras devido  aparncia?
<R->

<180>
Um pouco de gramtica

  Observe:
  "-- Opa! Mas saiu algo errado! -- disse a mame, olhando de um lado, olhando de outro, e observando um dos filhinhos que, em vez "de ser amarelinho e belo, era cinzento e desajeitado."

<R+>
 1. Desenhe os patinhos de que a Pata Me gostou.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

 2. Quais as palavras que fizeram voc descobrir como a Pata desejava que fosse seu filhote?
 3. Desenhe o patinho diferente.
 4. Quais foram as palavras que fizeram voc descobrir como era o patinho diferente?
<R->

  Essas palavras mostram as *caractersticas*, a aparncia ou o estado de pessoas, animais, objetos etc. Elas so chamadas de *adjetivo*.

<181>
<R+>
 5. Escreva o adjetivo que aparece no ttulo do texto:
 6. Agora, leia mais este texto e depois faa as atividades:

As borboletas

 Brancas
 Azuis
 Amarelas
 E pretas
 Brincam
 Na luz
 As belas
 Borboletas. 
<P>
 
 Borboletas brancas
 So alegres e francas. 

 Borboletas azuis
 Gostam muito de luz. 

 As amarelinhas
 So to bonitinhas! 

 E as pretas, ento...
 Oh, que escurido! 

(Vinicius de Moraes. Em: *A arca de No*. So Paulo, Companhia das Letras, 1997.)

 a) Pinte os pares de rimas.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

 b) Escreva os adjetivos.
<R->

<182>
<P>
Vamos produzir

  Leia mais uma vez a histria "O patinho feio". Observe bem toda a seqncia da histria. Sente-se com um colega e reescrevam a parte de que mais gostaram em forma de quadrinhos. _`[{do livro em tinta_`]

Nunca se esquea

<R+>
 Os desenhos ficaram bem  caprichados e coloridos?
 Voc utilizou a pontuao  adequada nos bales?
 Observando os quadrinhos, fica fcil de entender a histria?
<R->

Dilogo entre textos

<R+>
 Voc sabe o que  uma enciclopdia?
 Voc j consultou uma?
 Para que ela serve?
<R->
<P>
Um s Corpo

Uma pessoa, um corpo

  No mundo existem bilhes de seres humanos, e todos tm um corpo parecido.
  Nosso corpo nos diferencia dos bichos, das plantas e das coisas que no tm vida.  ele que nos permite viver.
<183>
  As pessoas se parecem -- mas cada uma delas  diferente!

 Diferenas
  A altura, o peso, o sexo, os cabelos e a cor da pele variam de pessoa para pessoa. Muitas outras coisas tambm nos diferenciam uns dos outros, como o formato do nariz, do queixo, da boca, das orelhas, dos olhos, a postura, o jeito de falar, de andar...

Semelhanas
  As pessoas tm uma poro de pontos em comum, ainda mais quando so da mesma famlia. Os filhos se parecem com os pais. Irmos gmeos so quase iguais.  preciso conhec-los bem para saber quem  quem.

 O corpo vive 
  Nosso corpo funciona como uma mquina aperfeioada, que sabe rir, chorar, falar, andar, correr... e tambm ler, pensar, amar, brincar, trabalhar e descansar. Sozinho ou em grupo, o ser humano est sempre em atividade.

O corpo viaja
  O homem  curioso e quer conhecer o mundo. Suas invenes o levam longe. Ele explora o espao e o fundo do mar.
  Os homens habitam quase toda a Terra. Eles vivem na selva, na cidade, no gelo e no deserto. 
<P>
O corpo humano se adaptou ao clima de cada regio.

<R+>
(Em: *Minha primeira enciclopdia Larousse* -- O corpo, So Paulo, tica, 1998. 
  p. 12-21.)
<R->

<R+>
 1. Esse texto conta uma histria ou traz informaes? 
 2. Onde voc acha que podemos encontrar textos como esse?

 3. Pinte com lpis de cor o ttulo e os subttulos (ttulos no meio do texto).

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<184>
 4. Observe:
<R->

  "No mundo existem bilhes de seres humanos, e todos tm um corpo parecido."

  O que voc entendeu do trecho destacado?

<R+>
 5. Escreva algumas diferenas que as pessoas possuem.
 6. O que o texto quis dizer quando informou que o corpo humano funciona como uma mquina aperfeioada?
 7. O que significa a expresso "o corpo viaja", empregada no texto?
 8. De todas as atividades que o nosso corpo  capaz de fazer, de qual voc mais gosta? Faa um desenho dela em uma folha de sulfite ou no caderno.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

 9. Observe as fotos:
 _`[{trs fotos, descritas a seguir_`]
<R->

  Foto 1: um ndio com arco e flecha em meio pantanal.
  Foto 2: um homem todo agasalhado sobre o gelo.
  Foto 3: vrias pessoas transitando numa enorme rua de uma cidade, rodeada de prdios.

  Em qual desses ambientes voc acha que no conseguiria sobreviver? Por qu?

<185>
Um pouco de gramtica

<R+>
 1. Observe os desenhos e escreva o nome correspondente de cada um.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>
<R->

  O que voc observou para dar os nomes?
<P>
<R+> 
 2. Faa desenhos de um: nariz, narizinho e narigo.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

 a) Qual dos trs desenhos corresponde ao diminutivo (tamanho pequeno)?
 b) Qual dos trs desenhos corresponde ao aumentativo (tamanho grande)?

<186>
 3. Ajude o patinho feio a achar o caminho para se encontrar com os cisnes.
 *Pista*: Todas as palavras esto no diminutivo. 
 _`[{quatro caminhos com as palavras a seguir_`]
<R->

  Caminho 1: galinha -- farinha -- filhinho
  Caminho 2: campainha -- pezinho -- feijozinho -- rainha -- vizinho -- leozinho
  Caminho 3: casinha -- cachorrinho -- bolinho
  Caminho 4: galinha -- canetinha -- panelinha

  Ao procurar o caminho certo, o que voc percebeu?

<R+>
4. Procure no caa-palavras sete palavras que esto no aumentativo.
<R->

<F->
p e r f e i   o
a m i g  o d f b
i c o r r e   o
z f e i   o o l
 l m l i x  o 
o j c a n e c  o
p e z  o j l m n
c a c h o r r  o
<F+>

<187>
<R+>
 Inho, No

 Andrezinho tem trs anos 
 E j se acha bem grando, 
  por isso que no gosta
 De diminutivo, ento.
<P>
 
 No suporta que lhe digam:
 "D a mozinha" (em vez de mo),
 Ou que mandem: "A boquinha
 Abre e come, corao!"

 "inho", "inha", "ito", "ita"
 So para ele humilhao,
 O diminutivo o irrita
 O "Andrezim" prefere um "o"!

 Chama "gala" a galinha,
 No aceita correo,
 "Escrivana", a escrivaninha,
 E o vizinho  "vizo".
<P>
 
 Chama "coza" a cozinha
 O toucinho  "touo"
  "campana" a campainha --
 E ele prprio  o "Dezo"...

<R+>
(Tatiana Belinky. *Sabe aquelas historinhas*? So Paulo, Edies Paulinas, 1991.)
<R->

  *Tatiana Belinky* nasceu em Petrogrado, na Rssia, em 1919.  autora de vrias peas infantis e premiada por sua atuao como escritora. Entre seus livros esto: *Limeriques, A operao do tio Onofre, Medroso! medroso!, Stanislau, Quatro amigos*.

<188>
Estudo do texto

<R+>
 1. Por que o nome do texto  "Inho, no!"?
 2. Qual  o substantivo prprio do texto?
 3. Esse substantivo aparece no texto de trs formas diferentes: quais so elas?
 4. Qual  a forma normal desse substantivo? 
 5. Os substantivos *mozinha* e *boquinha* aparecem no diminutivo. Vamos supor que Andrezinho tenha crescido bastante: como teriam ficado as partes do seu corpo?
 6. O menino erra vrias vezes quando tenta eliminar *inho* e *inha* das palavras. Ache pelo menos trs desses erros.
 7. Escreva cinco palavras na sua forma *normal*, no *diminutivo* e no *aumentativo*.
<R->

<F->
normal  diminutivo  aumentativo
::::::  ::::::::::  :::::::::::
'''''   '''''       '''''
'''''   '''''       '''''
<F+>

<189>
Vamos produzir

  Vamos voltar a ver fotos?
  Traga para a classe uma foto de  quando voc era bem pequenininho(a) e uma foto atual. Se no quiser utilizar as fotos para a atividade, tire cpias delas. 
  Pegue uma folha de sulfite, divida-a em duas partes e cole as fotos: a atual e a antiga. Faa uma moldura desenhada em cada uma, bem bonita e colorida, deixando espao embaixo delas para voc escrever depois.
  Embaixo de cada uma, escreva um  texto utilizando adjetivos ou seja, todas as suas caractersticas de antes e depois: cor dos cabelos, se  magrinho(a), gordinho(a), alegre, se tem olhos grandes ou pequenos, se  dorminhoco(a), choro(ona), brincalho(ona), sorridente, bagunceiro(a) etc.
  Depois de tudo pronto, combine com o professor para fazer uma exposio de fotos na classe.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>
<P>
Nunca se esquea

<R+>
 A moldura ficou bem desenhada e pintada?
 Voc colou as fotos centralizadas na folha?
 Colocou todas as suas caractersticas presentes nas fotos?
 Voc fez uma reviso para ver se alguma palavra foi escrita incorretamente?
 A letra ficou bem caprichada?
<R->

<190>
Dilogo entre textos

<R+>
 O que voc acha que  higiene?
 Quais so os cuidados que devemos ter com a higiene do nosso corpo?
 Voc acha que quem no tem higiene pode ficar doente? Por qu?
 Voc escova os dentes depois das refeies? Que outros hbitos de higiene voc tem?
<R->
<P>
Higiene Corporal

  Tomar banho todos os dias no  implicncia de me. Este hbito faz parte da vida das pessoas porque as mantm saudveis.  que existem algumas doenas causadas pela falta de higiene. Embora no possamos enxerg-las, milhares de bactrias esto a nossa volta, esperando uma oportunidade para invadir nosso corpo. Quem no toma banho transforma-se numa espcie de hospedeiro de parasitas -- espcies que dependem de outro ser para viver. Alm disso, ningum gosta de sentar perto de algum que no toma banho, no escova os dentes ou no trata bem os cabelos. Para ser aceito pelos colegas,  importante manter-se com boa aparncia.
  Veja alguns exemplos dos males que a falta de higiene pode causar.
<P>
Pele

  Uma das doenas mais comuns causadas pela falta de limpeza da pele  a sarna, que causa coceira e irritao na pele. O bichinho que provoca esta doena  o 
 *sarcoptes escabiel*, transmitido por contato direto com outra pessoa ou pela poeira. O nome que os mdicos do a esta doena  escabiose.

Cabelos

   comum ter um colega com piolho. Quando isto acontece o negcio  correr para comprar xampu especial e tratar bem o cabelo. O piolho  um parasita que irrita quem o hospeda: infesta o couro cabeludo e seus ovos, as lndeas, ficam bem presas aos fios de cabelo. s vezes, mesmo quem lava muito bem os cabelos pega piolho, mas este bichinho se multiplica com muito mais facilidade nos cabelos mal lavados e mal-escovados.
  O nome cientfico deste bicho  *pediculum humanos*, e a doena  chamada de pediculose.

Dentes

  Uma das piores coisas que podem acontecer a quem no escova os dentes so as cries, que atacam os dentes, estragando-os. Mais do que manter a boa aparncia, dentes bonitos significam limpeza. A boca tem muitas bactrias.
  Quando voc come e no escova os dentes, estas bactrias -- *estreptococcus mutans* -- devoram os resduos de alimentos e produzem um cido que altera a concentrao da saliva, chamada de pH. Na hora que voc escova bem os dentes, o pH volta ao normal para defender seus dentes das cries. Na Sucia, por exemplo, existe o dia do doce, *Saturday Sweet*. S aos sbados as crianas comem doce e depois escovam os dentes. Re-
<P>
sultado: as crianas suecas quase no tm cries. 

Mos

  Lavar as mos antes das refeies e depois de ir ao banheiro  importante. Quando pegamos um pedao de po com as mos sujas, levamos bactrias para dentro do nosso corpo, que tem de se defender delas e gastar energia para isso.
  A clera, por exemplo,  conhecida como a doena das mos sujas.  que muitas vezes as pessoas vo ao banheiro, no lavam as mos e tocam em alimento, contaminando-os com as invisveis bactrias.

<R+>
(Em: Suplemento do jornal *O Estado de S. Paulo*, Estadinho, 18 jun. 1994.)
<R->

<R+>
 1. Leia o texto. Destaque as palavras que voc no conhece. Tente descobri-las pelo sentido do texto. Se no conseguir, discuta com os colegas e com o professor.
 2. O que significa ser saudvel? 
 3. O que acontece com a pessoa que no toma banho?
<192>
 4. O que so parasitas?
 5. O que significa ter boa aparncia? 
 6. O que acontece com a pele de algum que est com sarna?
 7. Uma pessoa pode pegar piolho mesmo lavando bem os cabelos?
 8. Por que criaram o dia do doce na Sucia?
 9. O que pode acontecer quando pegamos um alimento com as mos sujas?
 10. Quando  importante lavar as mos? 
 11. Voc achou importantes todas essas informaes? Por qu?

<193>
Um pouco de gramtica

<R+>
 1. Preencha a cruzadinha:
 a) Tipo de fio que  usado em uma agulha para costurar.
 b) Lugar feito pelas aves, onde depositam seus ovos e criam seus filhotes.
 c) rvore muito utilizada no Natal para colocar enfeites e presentes.
 d) Feminino de galo. 
 e) Parte do dedo que algumas mulheres pintam com esmalte.
 f) Inseto com vrias pernas que faz teia para prender os insetos dos quais se alimenta. 
<R->

<F->
            b
      d     e
           
         a 
          
      c
          
f   
         
<F+>

<R+>
 2. O que h em comum entre as respostas da cruzadinha?
 a) Copie todas as palavras, separando as slabas. 
 b) Quando voc separou as slabas, o que voc percebeu no grupo *nh*? 

<194>
 3. Escreva o diminutivo das palavras. Depois, separe as slabas. 
 a) nariz
 b) queixo
 c) boca 
 d) orelha
 e) olho 
 f) jeito

 4. O que d para concluir sobre o uso do *nh*?
 5. Escolha trs palavras com *nh* e forme uma frase com elas.
<R->

Vamos produzir

  Voc conhece o Casco, aquele dos quadrinhos da turma da Mnica que no gosta de tomar banho? D uma olhadinha na prxima unidade para conhec-lo, mas s uma olhadinha! Imagine que voc vai ensin-lo a tomar um belo banho, da cabea aos ps. Escreva, na seqncia, cada uma das etapas!
  Depois de pronto o texto, troque-o com o do(a) colega. Ele(a) vai l-lo em voz alta e voc vai represent-lo, fazendo mmica. Se por acaso voc esqueceu de escrever algum detalhe do banho, faa a correo. Depois, repita os gestos, trocando as posies.

Sugestes de leitura

  1. *Cinco dedos e uma encrenca*, Rosana Rios, Scipione.
  2. *A revolta dos dedos*, Lus Pimentel, Ao Livro Tcnico.
  3. *Os dez amigos*, Ziraldo, Melhoramentos.
  4. *Pelegrino & Petrnio*, Ziraldo, Melhoramentos.

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

<195>
<P>
Unidade 10

O Natal Est Chegando!

  Vamos brincar de amigo-secreto! 
  Todos escrevero seus nomes em pedaos de papel. Em seguida, o professor os colocar dentro de um saco e os sortear entre vocs. No conte para ningum o nome da pessoa que voc tirou. 
  Tragam uma caixa de sapatos para a classe e faam uma decorao de Natal para ela. No se esqueam de fazer uma pequena abertura na tampa, por onde os bilhetes sero colocados. Ela vai ser a caixinha de correio de vocs.
  Escrevam bilhetes para o(a) seu(sua) amigo(a) e assinem com um apelido. Cuidado para no revelarem o seu nome por distrao. Coloquem-nos na caixinha. Combinem um horrio para que vocs abram a caixinha para distribuir a "correspondncia do dia". Depois, discretamente, vejam se h respostas para vocs.
<P>
Conte a Seus Colegas

<R+>
 O que voc gostaria de ganhar de presente?
 Qual foi o presente mais bonito que voc ganhou?
 Que presente voc daria ao seu melhor amigo?
  possvel dar um presente que no seja um objeto, uma coisa?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<196>
Caminhozinho de lata

<R+>
_`[{casco em "Caminhozinho de lata". Histria em quadrinhos, descrita a seguir_`]
<R->

  Casco coloca uma carta na caixinha do correio.
  Aparece uma amiga e pergunta:
  -- Colocando uma carta no correio pra mim, Casco?
  Casco responde:
  -- No  pra voc, Maria Cascuda!
  Amiga irritada fala:
  -- No?! E pra quem ? 
  Casco responde:
  -- Pro Papai Noel!
  Amiga fala:
  Ah, bom! E o que voc pediu ao Papai Noel, Casco?
  Casco responde:
  -- Um caminhozinho de lata!
<197>
  Ela pergunta:
  -- Caminhozinho de lata?!
  Casco responde:
  -- ! Por qu?
  Ela fala:
  -- Ai, Casco! Que presente mais bobo!
  Cebolinha, aparece e diz:
  -- Oi, Casco.
  Casco responde:
  Oi, Cebolinha! O que voc pediu ao Papai Noel?
  Cebolinha responde:
  -- Um videogueime com pistola *laser*! E voc?
  -- Um caminhozinho de lata!
  -- Cebolinha, sai rindo de Casco e fala: 
  -- Caminhozinho de lata?! H, h, h...
  Casco irritado com Cebolinha pergunta:
  Qual  a graa? O que h de errado com um caminhozinho de lata?
  Casco chega em casa desanimado. Sua me fazendo comida, pra tudo e preocupada com o filho pergunta:
  -- Ei, filhinho! O que voc tem? 
  Casco responde:
  -- No  nada, me.
  A me, insiste e fala:
  -- Mas voc est to tristinho...
  Casco diz:
  -- Bem, eu escrevi uma carta pro Papai Noel!
  Sua me fala:
  -- Mas isso  timo.
  Casco diz:
  -- Eu pedi um caminhozinho de lata.
  A me de Casco, surpreendida com o que o filho havia pedido fala:
  -- Um caminhozinho de lata?!
  Casco espantado com a reao de sua me diz:
  -- Viu?! At voc acha que  bobagem!
  Sua me, mais tranqila fala:
  -- No  isso! Eu acho que o Papai Noel vai lhe dar um 
 videogueime.
  Casco diz:
  -- Eu pedi um caminhozinho! O Papai Noel no pode fazer isso comigo!
  O pai de Casco, chega em casa com um presente e diz:
  -- Oi, querida! Consegui comprar! Custou uma nota! Tive que fazer um credirio... em trs vezes sem juros.
  A me de Casco pergunta:
  -- Foi?
<198>
  O pai de Casco fala:
  --  o videogueime mais moderno do mercado! Acho que o Casco vai adorar!
  A me de Casco responde:
  -- No acho!
  O pai de Casco surpreso fala:
  -- Como?!
  A me de Casco diz:
  -- Ele quer um caminhozinho de lata!
  O pai de Casco sai rindo com o presente na mo... H, h, h!
  Que piada!
  A me de Casco diz:
  --  verdade!
  O pai de Casco revoltado fala:
  -- Qualquer menino adoraria ganhar um jogo deste!
  A me de Casco responde:
  -- O Casco no!
  O pai de Casco diz:
  -- Vou falar com ele!
  O pai entra no quarto do filho e vendo-o brincando de carrinho diz:
  -- Oi, filho!
  Casco responde:
  Oi, pai!
  O pai de Casco pergunta:
  Sabe o que acabou de chegar na loja de brinquedos?
  Casco responde:
  -- Um caminhozinho de lata?!
  Seu pai fala:
  -- No! A ltima novidade em 
 videogueime do mundo!
  Casco nervoso diz:
  Que pena!
  Seu pai:
  -- Pena! Pois, se eu fosse criana, adoraria ganhar um no Natal!
  Casco diz:
  -- Eu, no!
  Seu pai:
  -- Mas, filho...
  Casco diz:
  -- Eu at j pedi o meu caminhozinho pro Papai Noel! E eu sei que ele vai me atender porque ele  um velhinho legal que gosta de crianas!
<199>
  Seu pai pergunta:
  -- Caminhozinho de lata?!
  Casco responde:
  -- Isso mesmo!
  Seu pai, sai do quarto arrasado com a escolha do filho.
  A me de Casco, cozinhando, v seu marido saindo com o presente nas mos e pergunta:
  -- Aonde voc vai?
  Seu marido responde:
  -- Devolver o videogueime! O dono da loja  meu amigo!
  Sua mulher fala:
  -- Boa sorte!
  O pai de Casco, ao voltar da loja sem o presente diz: 
  -- At que foi fcil.
  Mas onde eu encontro o tal caminhozinho de lata? Nunca vi em nenhuma loja!
  O pai de Casco, passando pela rua, v um homem sentado com vrios caminhezinhos!
  O homem fala:
  -- Olha o caminhozinho de lata feito a mo! Baratinhos! Detalhes semelhantes aos originais!
  O pai de Casco pergunta:
  --  voc quem fabrica esses carrinhos?
  O homem responde:
  -- Eu mesmo! Eles fazem esses o maior sucesso com a garotada! Todo dia vem um menino sujinho aqui, que fica babando neles!
  O pai de Casco pergunta:
  --  mesmo? Embrulha um pra mim!
<200>
  O homem fala:
  --  pra j!
  De repente, aparece o pai de Cebolinha e diz:
  -- Ol!
  O pai de Casco surpreso responde:
  -- Seu Cebola? O que faz por aqui?
  O pai de Cebolinha responde:
  -- Fui comprar o presente do Cebolinha! Ele pediu este 
 videogueime!
  O pai de Casco fala:
  -- Bonito!
  O pai de Cebolinha pergunta:
  -- O que voc vai dar para o Casco?
  O pai de Casco, sem graa, fica sem saber o que responder e fala bem baixinho, quase sem querer falar.
  O pai de Cebolinha pergunta:
  -- O qu?!
  O pai de Casco responde:
  -- Um caminhozinho de lata! Eu daria um videogueime, mas sabe como  o Casco...
  O pai de Cebolinha responde:
  -- Ah, sei!
  O homem, com o caminhozinho embrulhado num papel de presente, entrega ao pai de Casco e diz:
  -- Pronto moo! So quinhentos cruzeiros reais!
  O pai de Cebolinha se despede do pai de Casco dizendo:
  -- At mais tarde!
  O pai de Casco diz ao homem.
  -- Eu posso dar um videogueime pro meu filho sim!
  O homem pega o dinheiro e responde:
  -- Claro!
  O pai de Casco, pensando fala:
  -- Eu s iria me apertar um pouco... mas tudo bem!
  Chega o Natal... O pai de Casco entrega um presente pra sua mulher e diz:
  -- Pra voc, querida!
  Sua mulher fala ao ver o relgio:
  -- Oh! No precisava gastar tanto comigo, querido!
<201>
  Casco, chega na hora e pergunta ao pai:
  -- Pai, o Papai Noel j passou por aqui?
  Seu pai responde:
  -- Ah!, sim! Olha o que ele deixou aqui atrs do sof!
  Casco, admirado com a surpresa diz:
  -- Meu caminhozinho de lata! Vou mostrar pra turma toda!
  Seu pai fala:
  -- Amanh voc mostra Casco!
  Sua me, logo em seguida diz:
  -- Os meninos devem estar ocupados com seus brinquedos!
  Casco responde:
  -- Amanh no tem graa!
  O pai de Casco fala com sua mulher:
  -- S espero que os meninos no riam dele!
  Os dois abrem a porta e se surpreendem ao ver os amigos de Casco dizendo:
  -- Casco, depois deixa eu dar uma volta com ele?
  O outro amigo tambm fala:
  -- Eu sou o prximo!

<R+>
Mauricio de Sousa. Em: *Mnica Edio de Natal*. Rio de 
  Janeiro, Globo, n.o 5. dez. 1999.)
<R->

  "Criao, Desenho e Arte-Final produzidos nos Estdios Mauricio de Sousa -- Rua do curtume, 745 -- Bloco F -- CEP 05065-001 -- Tel. (011) 3613-5000 -- So Paulo -- SP -- Brasil. arte/criao e "Copyright": (C) MAURICIO DE SOUSA PRODUES LTDA."

  *Mauricio de Sousa* (1935, Santa Isabel/SP)  o primeiro escritor e desenhista brasileiro a atingir fama em outros pases com suas histrias em quadrinhos, participando inclusive de campanhas internacionais do Unicef. Cebolinha, Mnica, Casco, Chico Bento e Penadinho so algumas de suas personagens mais queridas pelas crianas do Brasil.

<202>
Estudo do texto

<R+>
 1. Voc acha que o Casco acredita em Papai Noel? Por qu?
 2. Como reagiu Maria Cascuda quando soube que Casco queria ganhar um caminhozinho de lata?
 3. Voc concorda com ela? Por qu?
 4. Voc acha que foi fcil para o pai de Casco comprar o 
  videogueime? Como voc descobriu isso?
 5. Qual foi a reao do pai quando a esposa disse a ele que o menino no queria o 
  videogueime?
 6. Por que voc acha que os pais quiseram dar aquele presente para ele?

 7. Como o pai de Casco se sentiu depois que foi falar com o filho sobre o videogueime? Observe o quadrinho _`[{do livro em tinta_`] e responda:
 _`[{o pai de Casco sai arrasado do quarto do filho_`]

<203>
 8. Depois que o pai entregou o caminhozinho para o filho, o menino saiu correndo para mostr-lo aos amigos. Qual era o medo do pai de Casco?
 9. Qual foi a reao dos amigos de Casco quando viram o seu presente? Como se sentiram os pais de Casco ao observar o filho rodeado pelos amigos? 
 10. Voc acha que os presentes mais caros so os mais legais? Por qu?
<R->
<P>
Um pouco de gramtica

<R+>
1. Ordene as letras e descubra as palavras.
 t -- v -- e -- z -- a -- s -- u -- r '''''
 z -- l -- a -- e -- t -- v '''''
 r -- a -- e -- d -- x -- z '''''
 z -- a -- r -- a -- p '''''
 z -- p -- u -- c -- a '''''
 r -- e -- l -- z -- u '''''

 2. O que elas tm em comum?
 3. O que voc observa quanto ao som da letra *z* nessas palavras?

<204>
 4. Observe o exemplo e continue completando:
<R->

<F->
!::::::::::::::::::::::::::::
l  Joo  *plido*. Joo   _
l  possui palidez.           _
h::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

<R+>
 a) Mariana  *rpida*. Mariana possui '''''
 b) O plo do gato  *macio*. O plo possui '''''
 c) A gua do filtro  *pura*. A gua do filtro possui '''''
 d) Carlos  muito *esperto*. Carlos possui muita '''''
 e) Maria  *bela*. Maria pos-
  sui '''''
<R->

  As palavras em destaque na atividade 4 so chamadas de *adjetivo*, palavras que indicam qualidades ou caractersticas.

<R+>
 5. Procure em jornais e revistas palavras que terminem com *z* e cole-as aqui.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

 6. Forme frases com as palavras dos conjuntos:
 conjunto 1: talvez, sol
 conjunto 2: feroz, co
 conjunto 3: juiz, futebol
 conjunto 4: paz, guerra
 conjunto 5: atriz, famosa

<205>
 7. Escreva quatro nomes de pessoas que terminem com a letra *z*.
<R->

Vamos produzir

  Faa uma cartinha para o Papai Noel. O que voc gostaria de dizer ou perguntar a ele? Fale um pouco sobre voc, assim ele poder conhec-lo melhor. Faa um belo desenho em sua carta.
  Escreva em uma folha de papel  parte e depois passe a limpo aqui. 

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

Querido Papai Noel ''''''''''''
 ''''''''''''''''''''''''''''''''''

<207>
Dilogo entre textos

<R+>
 Quando voc pensa no Natal, do que se lembra?
 Para voc, Natal tem gosto do qu?
 No Brasil, em qual estao do ano o Natal acontece? 
 Voc acha que a forma como o Papai Noel se veste combina com a estao do ano em que acontece o Natal?
<R->

 Natal com lua cheia, chuva
  mida e cheiro de jasmim

  De todas as minhas lembranas de menina, a mais viva est guardada nesta caixinha de fsforos. _`[{do livro em tinta_`]
  Toda vez que abro a caixa a lembrana explode inteira, livre, com todas as cores daquele Natal.
  Natal nordestino, com muito sol, muita folha de pitanga, muita anglica. Muitos licores de jenipapo. Muitos doces (muito doces).
  Muitos perus engordados  fora no quintal.
  Vov Candinha aparece sorrindo, abrindo o seu armrio.
  Era um armrio cheio de caixinhas.
  Caixinhas de todos os tamanhos, cores e formas. Ela levava o ano inteiro preparando estas caixas.
<208>
  Vejo os lenos sendo bordados, num bastidor pequeno.
  Fio por fio, ponto por ponto, iam surgindo as flores, as letras.
  Depois, chegava o tempo dos centros de mesa, das toalhinhas de bandeja, de renda inglesa. Das golas brancas de croch. Dos panos de prato pintados.
  Quando cada pea ficava pronta, ela escolhia uma caixa.
  Forrava com papel fino e colocava um pedacinho de naftalina dentro. 
  Fazia um lindo pacote, escrevia o nome da pessoa num cartozinho.
  E dava laos e laos bem amarrados na caixa. Estava pronta a lembrana de Natal.
  E ningum podia abrir mais a caixa:
  -- No se pode abrir as lembranas de Natal antes do tempo!
  As lembranas de minha me vinham de fora, das lojas, do comrcio.
  Ela saa com uma sacola vazia e voltava carregada de lembranas.
  Depois que descansava, escondia as lembranas l em cima do seu armrio.
  Na semana de Natal as lembranas eram colocadas debaixo da rvore.
  Ficavam ali, misteriosas, trancadas, amarradas, nos seus grandes laos coloridos, brilhantes.
<209>
  S eu  que era pequena, sem caixas, sem lembranas. 
  S eu  que no tinha lembranas para dar a ningum.
  O que  que uma menina de minha idade tem?
  Tem bonecas usadas. Livros lidos. Coisinhas midas.
  No dava para embrulhar minhas coisas velhas e colocar na rvore de Natal, com nome escrito em cima.
  Enquanto eu brincava com as minhas caixinhas de fsforos pensava nisso tudo.
  No sei por que eu juntava tantas caixas de fsforos vazias!
  Serviam,  claro, para mvel de casa de boneca, para guardar pedrinhas, flores secas. Sei l, eram minhas caixinhas. 
  Mas um dia, quando eu arrumava as caixinhas, uma em cima da outra, no meu armrio, vi, dentro de uma delas, uma estrela brilhando.
  Fechei os olhos. Ou ser que eu abri? 
  No sei.
  Sei que abri outra caixa e vi, l dentro, um navio apitando num cais.
  Abri mais outra caixa bem devagar, com o corao batendo e encontrei, imagina, uma lua cheia!
<210>
  E fui abrindo, entre sorrisos e emoes, cada caixa.
  Encontrei um peixinho listrado de azul e dourado!
  Encontrei uma rosa branca!
  Encontrei um sorvete de pitanga. Um pedao de sol...
  Brinquei de abrir e fechar as caixinhas de fsforos durante dias.
  As lembranas se acendiam e apagavam como fsforos -- brilhavam!
  At que um dia resolvi prender estas lembranas dentro das caixas de fsforos. Tranc-las para sempre num pedao de papel.
  Fui desenhando as coisas que estavam dentro das caixas.
  E fui escrevendo devagar, com cuidado, o que eu via.
  Assim:
<R+>
 Lembrana de uma lua cheia, com perfume de jasmim.
 Lembrana de um peixinho azul, listrado, brincando na
 poa de Itapo.
 Lembrana de um sorvete de pitanga.
 Lembrana de um banho de *mar*, no Porto da Barra...
<R->
<211>
  Depois, dobrei as minhas lembranas bem dobradas, sem que ningum visse.
  E coloquei cada uma dentro de uma caixa de fsforos.
  Peguei os pedaos de papel de embrulho que sobraram das lembranas de vov e fui enrolando as minhas lembranas. 
  Escrevi o nome de cada pessoa em cima.
  Amarrei com laos bem amarrados. E guardei as minhas lembranas num canto do meu armrio.

<R+>
(Snia Robatto. *Natal com lua cheia, chuva mida e cheiro de jasmim*. Rio de Janeiro, Globo, 1986.)
<R->

<F->
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  pea orientao ao professor  y
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<F+>

  *Snia Robatto*, baiana, estreou como escritora em 1972;  tambm jornalista e bibliotecria. Entre seus livros esto: *O bicho folhagem, Uma nuvem chamada Fofinha, Barulhinhos do silncio*.

<R+>
 1. Verifique se h palavras que voc desconhece. Discuta com um colega o significado delas no texto; se precisar procurem-nas no dicionrio.
 2. O narrador (aquele que conta a histria) participa da histria? O que voc observou no texto para chegar a essa concluso?
 3. A menina nos conta como  o Natal nordestino. Pinte no texto as caractersticas apontadas por ela.

<F->
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  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>
<P>
 4. Assim como o texto, conte como costuma ser o seu Natal. Voc pode desenhar tambm. Troque de livro com seu colega e veja o que ele fez.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<212>
 5. Observe:
<R->

  "Natal nordestino, com muito sol, muita folha de pitanga, muita anglica. Muitos licores de jenipapo. Muitos *doces* (muito *doces*).

  A palavra *doces* foi escrita duas vezes. Elas possuem o mesmo sentido?
  Qual  o sentido de cada uma delas?

<R+>
 6. Como eram as lembrancinhas da Vov Candinha?
 7. Como eram as lembrancinhas da me da menina?
 8. Entre as lembrancinhas da me e da av, quais despertavam mais curiosidade na menina? Que parte do texto fez voc pensar assim?
 9. Quais lembranas a menina resolveu guardar dentro das caixinhas de fsforos?

 10. Leia os trechos:
 a) "Depois que (minha me) descansava, escondia as *lembranas* l em cima do seu armrio."
 b) "De todas as minhas *lembranas* de menina, a mais viva est guardada nesta caixinha de fsforos."
<R->

<213>
  Qual  o significado da palavra *lembranas* no trecho *a*? E no *b*?

<R+>
 11. Imagine como deveria ser o Papai Noel do lugar onde voc mora. Pense nas roupas que mais combinariam com ele. Capriche no visual e desenhe-o no caderno.
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
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<F+>

Um pouco de gramtica

<R+>
 1. Descubra no caa-palavras as palavras escritas com *s* e *z*. Depois, copie-as abaixo:

<F->
l m c o z i n h a g h
g o s t o s o l d h m
j l y z k j l s s d m
d n a z u l c d o k e
r o s a t c j f r s s
m d l x o v a s o g a
k l f a z e n d a l d
r t v x v a n z o l a
d r s o r r i s o k m
m a z e i t e g h t i
<F+>

<F->
S     Z
::     :: 
'''''  '''''  
<F+>
<R->

  O que voc descobriu sobre o som das letras *s* e *z* nessas palavras?

<214>
<R+>
 2. Escreva o diminutivo das palavras:
 a) vaso 
 b) casa 
 c) lousa
 d) lisa
 e) luz 
 f) nariz
 g) amor
 h) pastel
 i) mar
 j) p 

 3. Complete:
<R->

  As palavras que no possuem *s* em sua formao passam para o diminutivo com a incluso da le-
 tra '''''
  Aquelas que possuem *s* em sua formao mantm a letra ''''' na forma diminutiva.

<R+>
 4. Escreva o feminino das palavras seguintes, conforme o exemplo:

<F->
!::::::::::::::::::::::::
l  prncipe -- princesa  _
h::::::::::::::::::::::::j
<F+>

 a) fregus 
 b) campons 
 c) portugus
 d) chins 
 e) francs
 f) ingls
 
 5. Complete as palavras com *s* ou *z*. Se tiver dvidas, consulte o dicionrio.
 a) polon'''
 b) japon'''
 c) nobre'''a
 d) grande'''a
 e) pobre'''a
 f) misterio'''as
 g) gravide'''
 h) nude'''
 i) carto'''inho
 j) televi'''o
<R->
<P> 
Vamos produzir

Bilhete

  Normalmente, as pessoas escrevem bilhetes para quem?
  Veja um exemplo:

<215>
 Carlinhos,

  Achei da hora quando descobri que voc  meu amigo-secreto. Mesmo sentado um pouco longe de mim na classe, percebo que voc  muito dez.
  Responda e fale quem acha que tirou voc.
  Feliz (dos Sete Anes)

<R+>
 Quem escreveu o bilhete?
 Escreveu para quem?
 Quando escrevemos algo para uma pessoa conhecida, com a qual temos mais amizade, escrevemos de forma diferente?
 Voc v algo de diferente na forma de se expressar no bilhete acima? O qu?
 Se voc escrevesse um bilhete para o diretor da escola, voc poderia usar essas palavras? 
<R->
  Agora escreva um bilhete para seu amigo secreto. Fale o que achou de tir-lo, o que voc pensa sobre ele, o que voc pensa sobre esta atividade e o que desejar. Capriche na letra e, se quiser, faa um desenho bem bonito para enviar junto.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<217>
Dilogo entre textos

<R+>
 Voc j recebeu ou enviou um carto de Natal?
 Algum de sua famlia j recebeu um?
<R->
<P>
Cartes

Carto 1

<R+>
_`[{foto de um "carto de Natal" com imagem de uma pomba, carregando um galhinho no bico, com alguns dizeres, descritos a seguir_`]
<R->

   Escola Cata-Vento
  Desejamos a todos os profissionais desta talentosa escola, que no seu trabalho pontual e eficiente souberam conquistar a nossa estima e a nossa confiana, um Natal merecidamente feliz e um Ano-Novo de sucesso.

Famlia Andrade

<218>
<P>
Carto 2

<R+>
_`[{foto de um Carto de Natal, com a imagem de Papai Noel guiando um tren sobre a neve, e a rena. Com bilhete descrito a seguir_`]
<R->

Mame,

   uma pena que no vamos passar o Natal juntos. Vou sentir muito a sua falta. Quando comearem os jogos mostrando pra gente que o Natal chegou, vai me dar uma pontinha de tristeza, porque gostaria de estar ao seu lado nesse momento. Mas, mesmo assim, desejo a voc um Natal muito legal e alegre.
  Espero que o Papai Noel tenha passado por a e que tenha sido bonzinho com voc. Para mim, pode ter certeza, o maior presente seria estar ao seu lado.
  Saiba que amo voc de monto e quero que s coisas boas aconteam na sua vida nesse Natal e no ano que vai comear. Logo estaremos juntos novamente.
  Feliz Natal! Muuuuuitos beijos!
  Mrcio, aquele que gosta muito de voc.

<219>
<R+>
 1. Quem escreveu o carto 1?
 2. Escreveu para quem?
 3. Por que voc acha que as pessoas mandam cartes nessa poca do ano?
 4. Quem escreveu o carto 2?
 5. Escreveu para quem?
 6. Sempre que escrevemos, pensamos nas pessoas que vo ler: os leitores. Voc acha que mudamos a forma de escrever de acordo com cada leitor? Por qu?
 7. Qual  a diferena entre o jeito de escrever no carto 1 e no carto 2?
 8. Por que voc acha que existe essa diferena?
 9. O que voc achou da opinio de Mrcio quando escreveu que 
<P>
  o maior presente seria estar ao lado de sua me?
<R->

<220>
Um pouco de gramtica

<R+>
 1. Encaixe as palavras do quadro na cruzadinha:
<R->

<F->
!::::::::::::::::::::::::::::::
l  lanche -- lixo -- bicho --  _
l  enxugar -- chuva            _
h::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

<F->
         c 
      l
        
        
  c  
        
        r
<F+>

<R+>
 2. Qual o som que se repete nessas palavras?
 3. Quais so as letras que representam esse som?
<P>
 4. Escreva palavras da mesma famlia destas:
 a) lanche: '''''
 b) fechar: '''''
 c) borracha: '''''
 d) lixa: ''''' 
 e) baixa: ''''' 
 f) caixa: '''''
     O que voc observou nas palavras que voc escreveu quanto ao uso do *ch* e do *x*?

<221>
 5. Procure palavras com *x*:
<R->

<F->
j l p b a i x o a
q d e i x a r l m
f a i x a t j c e
r m x z c t c a i
o n e v d r f i x
u q u e i x o x a
x p s t d s v a c
o r t r o u x a l
<F+>

<R+>
 a) Agora, escreva as palavras que voc encontrou:
 b) O que se repete antes da letra *x*?

 6. Complete as palavras com *x* ou *ch*. Caso tenha dvidas, consulte o dicionrio.
 a) '''efia
 b) en'''aqueca
 c) fle'''a
 d) en'''erido
 e) en'''ofre
 f) dei'''ei
 g) en'''ergar
 h) co'''i'''ar
 i) '''ingar
 j) en'''uto
 l) '''i'''i
 m) '''u'''u
 n) en'''oval 
 o) pi'''ar
 p) en'''urrada
 q) bi'''ado
 r) en'''ado
 s) pei'''ada
 t) en'''er
 u) en'''ame
 v) preen'''er

<222>
<P>
 7. Leia as palavras, prestando ateno ao som da letra *x*.

<F->
!::::::::::::::::::::::::::
l  texto -- exerccio --   _
l  reflexo                 _
h::::::::::::::::::::::::::j
<F+>
<R->

  O som da letra *x*  o mesmo em todas essas palavras?
  Agora tente ligar cada palavra ao som respectivo que a letra *x* produz:
<R+>
 1a. coluna: texto, exerccio, reflexo
 2a. couluna: *x* (som de *cs*), *x* (som de *z*), *x* (som de *s*)

8. Leia as palavras a seguir e preencha o quadro abaixo _`[{do livro em tinta_`] de acordo com os sons da letra *x*:
 fixo -- graxa -- explodir -- 
  mximo -- xampu -- axila -- 
  exatido -- feixe -- boxe -- 
  aproximado -- sexto -- exame --
  maxilar -- enxoval --
  reflexo -- txico --
  explicar -- exemplo --
  exclamao -- prximo --
  auxiliar -- exagerar --
  enxaqueca 

 som de *ch*: '''''
 som de *s*: '''''  
 som de *z*: '''''  
 som de *cs*: '''''

<223>
 9. Recorte de revistas ou jornais palavras em que o *x* apresente sons diferentes (som de *ch, s, z* e *cs*) e cole-as aqui.
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

Vamos produzir

  Vamos escrever e desenhar cartes de Natal!
  Pegue pedaos de papel-carto ou de cartolina no tamanho 9 cm " 12 cm. Na frente do carto, voc pode desenhar e, atrs, escrever para algum.
  Pense em uma mensagem de Natal para escrever no carto e presenteie o seu amigo secreto.
  Agora, pense em uma mensagem de final de ano para o(a) professor(a). Diga como foi o ano, como voc se sentiu e o que espera do ano que vem. Faa um desenho bem bonito e entregue a ele(ela) como recordao dos momentos que passaram juntos.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

Sugestes de leitura

  1. *Papai Noel: um velhinho de muitos nomes*, org. Heloisa Prieto, Companhia das Letrinhas.
  2. *Meu encontro com Papai Noel*, Walcir Carrasco, Quinteto Editorial.
  3. *Papai Noel esteve aqui*, Las Carr Ribeiro, Moderna.

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

Fim da Obra

<R+>
Programa Nacional do Livro Didtico -- PNLD 2004 
  FNDE/MEC Cdigo: 212868 Tipo: --  
<R->

<T->
<P>
<F->
HINO NACIONAL

Letra: Joaquim Osrio Duque
  Estrada
Msica: Francisco Manoel da
  Silva 

Ouviram do Ipiranga as margens
  plcidas
De um povo herico o brado
  retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios
  flgidos,
Brilhou no cu da Ptria nesse
  instante. 

Se o penhor dessa igualdade 
Conseguimos conquistar com brao
  forte,
Em teu seio,  Liberdade, 
Desafia o nosso peito a prpria
  morte! 

 Ptria amada,
Idolatrada, 
Salve! Salve! 
<p>
Brasil, um sonho intenso, um raio
  vvido
De amor e de esperana  terra
  desce, 
Se em teu formoso cu, risonho e
  lmpido,
A imagem do Cruzeiro resplande-
  ce. 

Gigante pela prpria natureza, 
s belo, s forte, impvido co-
  losso, 
E o teu futuro espelha essa gran-
  deza. 

Terra adorada, 
Entre outras mil,
s tu, Brasil, 
 Ptria amada! 

Dos filhos deste solo s me
  gentil,
Ptria amada,
Brasil! 

<P>
Deitado eternamente em bero
  esplndido,
Ao som do mar e  luz do cu
  profundo,
Fulguras,  Brasil, floro da
  Amrica,
Iluminado ao sol do Novo
  Mundo! 

Do que a terra mais garrida 
Teus risonhos, lindos campos tm
  mais flores;
"Nossos bosques tm mais vida,"
"Nossa vida" no teu seio "mais
  amores".

 Ptria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve! 

Brasil, de amor eterno seja
  smbolo
O lbaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta
  flmula
-- Paz no futuro e glria no
  passado.

Mas, se ergues da justia a clava
  forte,
Vers que um filho teu no foge 
  luta,
Nem teme, quem te adora, a pr-
  pria morte.

Terra adorada,
Entre outras mil,
s tu, Brasil,
 Ptria amada!

Dos filhos deste solo s me
  gentil,
Ptria amada,
Brasil!
<F+>

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo